És tu, sempre foste.
Eu é que não sabia onde andavas, sonhava contigo sem saber o teu nome, imaginava tocar-te sem conhecer o teu corpo. Sonhava beijar-te.
Já passaram dois anos e a exactidão é deslumbrante perante os meus olhos, os meus sentidos nunca me enganaram. Apareces-te e com a mesma inércia fui derrubado por imensidão de sentimentos como que chuva em Janeiro.
Agradeço-te cada momento e tento sempre torná-lo o mais proveitoso possível. Espero que percebas isso, mesmo nos meus momentos de fraqueza. Sou apenas humano.
Entendo a sobre-valorização do termo, mas honestamente, amo-te. Tudo o que simbolizas, tudo o que defendes, tudo o que és. Nunca mudes, por favor.
Minha Deusa, minha perdição, minha salvação... Meu amor.
Obrigado.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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